quinta-feira, 17 de julho de 2008

Nome aos próprios





O filme Nome próprio finalmente vem aí. E daqui de longe posso dizer que é um dos poucos filmes daqueles que da vontade de assistir, mesmo antes de ler ou ouvir elogios.
Guardo no coração a sorte de ter dois amigos envolvidos na realização desse filme, amigos que conhecia separadamente e que um bom dia cruzaram seus caminhos artísticos: o diretor Murilo Salles (na segunda foto, dirigindo uma cena) e o músico Sacha Amback, que fez a trilha sonora (na terceira foto, comigo na gravação do show de Ramiro Musotto para o programa Ciudad Abierta em Buenos Aires) .
Faço um esforço estéril para tirar as roupas da subjetividade. Vocês que podem divulgar e assistir o nome próprio não deveriam se interessar com as qualidades humanas dessas duas figuras. Então pensem no diretor certeiro de filmes de autor como Faca de dois gumes; pensem no autor de trilhas como Ônibus 174 e Madame Satã ou no produtor de discos como Pet Shop Mundo Cão, do Zeca Baleiro ou Adriana Partimpim, da Calcanhotto.
Mais, pensem nas histórias da autora Clarah Averbuck, conhecida a partir do seu blog, pensem no mundo posmoderno da blogosfera levado pra telona, no trabalho -dizem- comovente de Leandra Leal.
E saibam que eles estão fazendo uma guerrilha de divulgação para que a famosa média de espectadores não faça do Nome próprio um filme de culto logo apôs sua estreia.
O Nemvem Quenaotem não é nem um pouco imperativo, já aprendi que esse tempo verbal ouve-se natural em espanhol mas indelicado em português. Mas a verdade é que hoje tenho uma vontade danada de escrever essas três palavras:
Ajudem
Divulguem
Assistam

5 comentários:

Osc@r Luiz disse...

Com a sua efusiva e empolgada descrição, fiquei com vontade de assistí-lo.
Tomara que chegue a Cuiabá.
Grande abraço, meu amigo!

Letícia Castro disse...

Já fica como compromisso, assim que voltar de viagem pra Sampa. Eu adoro quase todas as referências que vc citou e as que não adoro é porque ainda não tive a oportunidade de conhecer. A menina Leandra Leal é uma das melhores atrizes de sua geração e emociona, sem dúvida.
Amigo, muito importante o que vc disse sobre o espanhol, principalmente vindo de vc. A minha relação com o espanhol é venal sim, de linhagem materna, não tem como ser de outro jeito, mas é fundamental receber esse reconhecimento. Vc sabe que só depois que incorporei minha latinidade hispânica me encontrei de verdade? E a Arg. tem um papel primordial nisso, daí todo o amor que sinto pelo teu país (pelo nosso, pois tenho certeza que já vivi aí). Me recopa, gordi! rsrsrs (Meu namorado me dizia assim e eu ficava puta achando que ele tava me chamando de gorda mesmo! hehehe)
Beijos carinhosos!
Lelê. : )

Letícia Castro disse...

Amigo, mandei e-mail pra todo mundo avisando do filme, ta bom
E aproveitando... Feliz Dia Del Amigo!!! rs
Beijo carinhoso!

Juan Trasmonte disse...

Valeu Lelê!!! Tu és uma compañera mesmo! Agora vamos esperar as cifras pra saber se o filme continua na carreira.
Feliz día del amigo!
besos

Leo disse...

Me encantará apoyar la difusión de la película, yo estoy dispuesto. ¿Cómo hago, camará?
Abrazotes, saudades!