
Eu vim aqui para me liberar dos outros
e para liberar os outros de mim
o vento parou nas pedras
no dia da criação
predação caça e conquista
outra pele sobre a pele
em cada sangue houve um outro
as pazes inventaram ilusão
as pazes sempre fugazes
a impronta do suor ficou nos portos
a rede a peixaria que sustenta
e a mão onde a esperança se revela.
Nas terras sossegadas tirou os sapatos
o homem urbano
e assim se fez a dor e a maresia
banhou os ares destas praias
a cada dia andar armar a vida
e a cada nova terra ser um outro
eu vim aqui para me liberar dos outros
e para liberar os outros de mim.
Liberar (d)os outros, de Juan Trasmonte (Creative Commons)
Foto de Yanyel (Yanire Fernández)
e para liberar os outros de mim
o vento parou nas pedras
no dia da criação
predação caça e conquista
outra pele sobre a pele
em cada sangue houve um outro
as pazes inventaram ilusão
as pazes sempre fugazes
a impronta do suor ficou nos portos
a rede a peixaria que sustenta
e a mão onde a esperança se revela.
Nas terras sossegadas tirou os sapatos
o homem urbano
e assim se fez a dor e a maresia
banhou os ares destas praias
a cada dia andar armar a vida
e a cada nova terra ser um outro
eu vim aqui para me liberar dos outros
e para liberar os outros de mim.
Liberar (d)os outros, de Juan Trasmonte (Creative Commons)
Foto de Yanyel (Yanire Fernández)











