


O filme Nome próprio finalmente vem aí. E daqui de longe posso dizer que é um dos poucos filmes daqueles que da vontade de assistir, mesmo antes de ler ou ouvir elogios.
Guardo no coração a sorte de ter dois amigos envolvidos na realização desse filme, amigos que conhecia separadamente e que um bom dia cruzaram seus caminhos artísticos: o diretor Murilo Salles (na segunda foto, dirigindo uma cena) e o músico Sacha Amback, que fez a trilha sonora (na terceira foto, comigo na gravação do show de Ramiro Musotto para o programa Ciudad Abierta em Buenos Aires) .
Faço um esforço estéril para tirar as roupas da subjetividade. Vocês que podem divulgar e assistir o nome próprio não deveriam se interessar com as qualidades humanas dessas duas figuras. Então pensem no diretor certeiro de filmes de autor como Faca de dois gumes; pensem no autor de trilhas como Ônibus 174 e Madame Satã ou no produtor de discos como Pet Shop Mundo Cão, do Zeca Baleiro ou Adriana Partimpim, da Calcanhotto.
Mais, pensem nas histórias da autora Clarah Averbuck, conhecida a partir do seu blog, pensem no mundo posmoderno da blogosfera levado pra telona, no trabalho -dizem- comovente de Leandra Leal.
E saibam que eles estão fazendo uma guerrilha de divulgação para que a famosa média de espectadores não faça do Nome próprio um filme de culto logo apôs sua estreia.
O Nemvem Quenaotem não é nem um pouco imperativo, já aprendi que esse tempo verbal ouve-se natural em espanhol mas indelicado em português. Mas a verdade é que hoje tenho uma vontade danada de escrever essas três palavras:
Ajudem
Divulguem
Assistam
Guardo no coração a sorte de ter dois amigos envolvidos na realização desse filme, amigos que conhecia separadamente e que um bom dia cruzaram seus caminhos artísticos: o diretor Murilo Salles (na segunda foto, dirigindo uma cena) e o músico Sacha Amback, que fez a trilha sonora (na terceira foto, comigo na gravação do show de Ramiro Musotto para o programa Ciudad Abierta em Buenos Aires) .
Faço um esforço estéril para tirar as roupas da subjetividade. Vocês que podem divulgar e assistir o nome próprio não deveriam se interessar com as qualidades humanas dessas duas figuras. Então pensem no diretor certeiro de filmes de autor como Faca de dois gumes; pensem no autor de trilhas como Ônibus 174 e Madame Satã ou no produtor de discos como Pet Shop Mundo Cão, do Zeca Baleiro ou Adriana Partimpim, da Calcanhotto.
Mais, pensem nas histórias da autora Clarah Averbuck, conhecida a partir do seu blog, pensem no mundo posmoderno da blogosfera levado pra telona, no trabalho -dizem- comovente de Leandra Leal.
E saibam que eles estão fazendo uma guerrilha de divulgação para que a famosa média de espectadores não faça do Nome próprio um filme de culto logo apôs sua estreia.
O Nemvem Quenaotem não é nem um pouco imperativo, já aprendi que esse tempo verbal ouve-se natural em espanhol mas indelicado em português. Mas a verdade é que hoje tenho uma vontade danada de escrever essas três palavras:
Ajudem
Divulguem
Assistam











