
O motivo da entrevista era mais uma das tantas exposições, mostras e palestras que têm como objeto a obra e a vida do escritor Jorge Luis Borges. A viúva dele, María Kodama, para uns foi literalmente os olhos do mestre nos últimos tempos e para outros foi o capeta, especialmente aqueles que gostam de sublinhar as lendas com juízos fatais, do tipo Yoko Ono acabou com os Beatles.
O certo é que María cuida da obra e do legado dele e é a voz da sua memória. Tanto que ainda a gente descobre coisas insólitas, brincadeiras e provocações daquelas que o escritor adorava.
Em entrevista à BBC de Londres, Kodama confirma que ele detestava Carlos Gardel, que achava que o cantor tinha estragado o belo tango da velha guarda. Mas como tango e malandragem eram assuntos comuns nas conversas dele a declaração foi só uma constatação. Mas a notícia é que Borges adorava Pink Floyd e que freqüentemente pedia que ela colocasse The Wall.
O universo onírico do grupo inglês cativou também ao criador do Aleph.
Na mesma entrevista, María Kodama diz que Borges, além de Brahms, Bach e a música da Idade Média, também gostava de um som dos Beatles e dos Rolling Stones.
Foto de Jorge Luis Borges de Sara Facio
O certo é que María cuida da obra e do legado dele e é a voz da sua memória. Tanto que ainda a gente descobre coisas insólitas, brincadeiras e provocações daquelas que o escritor adorava.
Em entrevista à BBC de Londres, Kodama confirma que ele detestava Carlos Gardel, que achava que o cantor tinha estragado o belo tango da velha guarda. Mas como tango e malandragem eram assuntos comuns nas conversas dele a declaração foi só uma constatação. Mas a notícia é que Borges adorava Pink Floyd e que freqüentemente pedia que ela colocasse The Wall.
O universo onírico do grupo inglês cativou também ao criador do Aleph.
Na mesma entrevista, María Kodama diz que Borges, além de Brahms, Bach e a música da Idade Média, também gostava de um som dos Beatles e dos Rolling Stones.
Foto de Jorge Luis Borges de Sara Facio


















