Mostrando postagens com marcador Luc Fournol. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Luc Fournol. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Taurinas


A cantora e atriz Barbra Streisand


A bailarina Margot Fonteyn


A escritora Charlotte Brontë


A cantora Beth Carvalho


A atriz Audrey Hepburn


Elas e Andie McDowell, Elaine May, Shirley Temple, Joyce DeWitt, Thaís de Andrade, Sandra Dee, Sheena Easton, Shirley MacLaine, Nair Bello, Katharine Hepburn, Jordana Brewster, Judy Collins, Michelle Pfeiffer, Susannah Harker, Debra Winger, Penélope Cruz, Traci Lords, Jill Clayburgh, Dalva de Oliveira, Anouk Aimée, Bianca Jagger, Sandy Dennis, Hillary Duff, Betty Faria, Nora Ephron, Celeste Holm, Nana Caymmi, Cher, Deborah Caprioglio, Linda Evangelista, Candice Bergen, Sheryl Lee, Angela Maria, Jessica Alba, Dircinha Batista, Laetitia Casta, Bebel Gilberto, Jill Ireland, Janete Clair, Thalma de Freitas, Maria Guimarães Sampaio, Cloris Leachman, Maria Padilha, Tammy Wynette, Tizuka Yamasaki, Rita Coolidge, Lori Singer, Samantha Mathis, Golda Meir, Renée Zellweger, Mariana Ximenes, Maureen O’Sullivan, Natasha Richardson, Eva Perón, Ella Fitzgerald, Glenda Jackson, Talia Shire, Carol Burnett, Coretta Scott King, Ann-Margrett, Kari Whurer, Uma Thurman, Kirsten Dunst, Maria Carmem Barbosa, Teresa Brewer, Martha Graham, Cate Blanchett, Tori Spelling, Grace Jones.
Todas elas nascidas sob o signo de Touro.

Foto de Barbra Streisand de Cecil Beaton, da coleção Condé Nast
Foto de Margot Fonteyn de Agnus McBean
Foto de Charlotte Brontë, de autor desconhecido
Foto de Beth Carvalho de Antonio Guerreiro
Foto de Audrey Hepburn de Luc Fournol

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Cocteau por Fournol



"Le mystère a ses mystères. Les Dieux possèdent leurs dieux. Nous avons les nôtres, ils ont les leurs. C'est ce qui s'appelle l'infini".

O mistério tem seus próprios mistérios. E há deuses sobre deuses. Nós temos os nossos, eles têm os deles. Isso é o que se chama de infinito.

Jean Cocteau

Foto de Jean Cocteau de Luc Fournol

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Os medos de Hitchcock


- As pessoas não fazem mais do que perguntar porque me interessa tanto o crime. A verdade é que não me interessa, só me importa na medida em que afeta à minha profissão. Tenho terror da polícia. Eu tenho tanto medo que, em 1939, quando cheguei pela primeira vez nos Estados Unidos, me recusei a dirigir por medo de ser detido e multado. Ficava horrorizado só com a idéia de que me arriscar a dirigir um carro me deixaria exposto a situação semelhante dia após dia. Sou incapaz de suportar o suspense.

Ele deve ter percebido a surpresa no meu rosto, porque se apressou para explicar.

- O que eu quero dizer é que me resulta insuportável quando me toca. As pessoas diziam que talvez poderia transcender o medo da polícia abrindo a porta do meu subconsciente, onde ocultava-se uma psicose adqüirida durante a infância. Futuquei as minhas recordações e abri a porta em questão.
Eu era um pirralho e o meu pai mandou eu ver o delegado com um bilhete. Ele leu, começou a rir, e me trancou na cela por dois minutos. “Isso é para você ver o que acontece com as crianças más”. Essa era a idéia que o meu pai tinha de como me dar uma lição. Depois de ouvir minha história, todo mundo disse “Claro! Por isso você tem medo da polícia”. Infelizmente, o fato de jogar luz no incidente não serviu para me trazer alívio. Continuo me arrepiando de policiais.

O mestre do suspense, Alfred Hitchcock, em entrevista com Pete Martin, publicada no The Saturday Evening Post em 1957
Versão para o português de Juan Trasmonte
Foto de Alfred Hitchcock de Luc Fournol
(1955)