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segunda-feira, 21 de julho de 2008

Rio pra não chorar


Rio, rio, rio
Rio pra não chorar
Pra quem não sabe eu sou rio
A cantar

Som do Flamengo
Soa ali em Botafogo
Sou da casquinha do ovo
E essas flores
Na Rocinha vou plantar
Quem olhar minha barraca
No morro de Dona Marta
Quer morar

Rio, rio, rio
Rio pra não chorar
Pra quem não sabe sou Rio
A cantar

Se tenho fome
Como logo o Pão de Açúcar
Urro no morro da Urca
Se quero abraço
Tenho o Cristo pra abraçar
Tamborim pra ti tarol
Escolados pelo sol
Rio e morro de amar

Vide Gal, de Carlinhos Brown
Foto de Martinho da Vila e Mart'nália, devidamente ataviados para sair na Vila

Fazia tempo que não dedicava uma postagem para celebrar o Rio de Janeiro. Esse retrato singelo que o baiano Carlinhos Brown fez, acabou de ganhar sua versão definitiva. A querida Mart'nália, que aos poucos está virando o rosto feminino da música com selo carioca, gravou em dueto com o pai Martinho para a trilha sonora do filme Era uma vez, que estreia essa semana.
A letra foi colocada do jeito que eles cantaram. Infelizmente, por enquanto o cd não tem previsão de lançamento

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Martinho 70



O grande Martinho da Vila fez setenta anos e comemorou pra valer. Na primeira foto ele aparece com Paulinho da Viola e Ferreira Gullar e na segunda com Haroldo Costa.
Isso é o que eu chamo de convidado vip.

sábado, 5 de maio de 2007

É Martinho lá da Vila



Pode sorrir se quiser
que eu não vou me incomodar
sei que contra a maré
a gente não pode remar
agora sei a dor de uma ingratidão
mas a maré vai levar
as magoas do meu coração

Remo no barco da vida
água bate, não me cansa
sempre na maré pesada
sonhando com a maré mansa
pescador ja não se assusta
com sorriso de sereia
e depois da maré baixa
sempre vem a maré cheia.

Maré mansa (Mar calmado), de Martinho da Vila e Paulinho da Viola
Foto do arquivo pessoal do sargento Martinho José Ferreira

domingo, 24 de dezembro de 2006

Pé do meu samba



Dez na maneira e no tom

Você é o cheiro bom

Da madeira do meu violão

Você é a festa da Penha,

A feira de São Cristovão,

É a Pedra do Sal

Você é a Intrépida Trupe

A Lona de Guadalupe

Você é o Leme e o Pontal


Nunca me deixa na mão

Você é a canção que consigo

Escrever afinal

Você é o Buraco Quente

A Casa da Mãe Joana

É a Vila Isabel,

Você é o Largo do Estácio,

Curva de Copacabana

Tudo que o Rio me deu!


Pé do meu samba

Chão do meu terreiro

Mão do meu carinho

Glória em meu Outeiro

Tudo para o coração

De um brasileiro.

(Um dia Caetano deu de presente pra filha de Martinho e Anália)