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segunda-feira, 7 de julho de 2008

O braço de Zélia Duncan


Um homem com uma dor
É muito mais elegante
Caminha assim de lado
Como se chegando atrasado
Chegasse mais adiante

Carrega o peso da dor
Como se portasse medalhas
Uma coroa, um milhão de dólares
Ou coisa que os valha

Ópios, edens, analgésicos
Não me toquem nessa dor
Ela é tudo o que me sobra
Sofrer vai ser a minha última obra.

Dor elegante, de Paulo Leminski, com música de Itamar Assumpção

E por falar em Itamar -duas postagens abaixo- e por falar no fantástico Pretobrás, reparem na tatuagem no braço de Zélia Duncan, que eternizou na própria pele a lembrança do cantor e amigo e também a do poeta.
Zélia gravou junto com Itamar essa música, com um belo arranjo de Paulo Lepetit. É uma recordação comovente.
A foto do braço de Zélia pertence ao arte gráfico do seu disco (e DVD) com Simone, Amigo é casa. O autor é João Wainer ou Emir Penna, não está indicado no encarte qual foto é de cada. Vai para os dois o crédito, porque todas as fotos do álbum -já vou escrever sobre ele- são belíssimas.

domingo, 12 de agosto de 2007

Dia das Crianças


Freddie Mercury criança


Mariel Hemingway criança


Paulo Leminski criança


Tadeusz Kantor criança



Gilberto Gil criança


Bob Dylan criança



Cartola criança



Asia Argento criança




Cássia Eller criança

Hoje é o dias das crianças nessa parte do mundo

domingo, 18 de março de 2007

Distraídos venceremos



A beleza parece ser algo que se passa com o sentido.
Ela é a plenitude física do sentido.

Neste mundo, só a beleza faz sentido.

Paulo Leminski