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segunda-feira, 26 de maio de 2008

Ali Farka Touré


Ele costumava dizer que Mali é a livraria da história musical africana. Artistas como Amadou et Mariam e o próprio Toumani Diabaté, metade músico, metade griot, parecem confirmar essa teoria.
Touré achou, sem sustento acadêmico, a linha invisível que une os riffs hipnôticos das músicas ancestrais de Mali com o blues americano. Ficou conhecido nessa parte do planeta depois de gravar com o guitarrista, produtor e buscador de tesouros Ry Cooder.
As músicas de Touré, que afirmava ter conexão com os espíritos, falavam de honrar o passado e viver na virtude.
Em 2000, seis anos antes de morrer, só fez shows esporádicos em Bamako e criou uma fundação para passar seus conhecimentos para músicos novos. Mas, basicamente, ele voltou para o seu sítio porque, dizia: "antes de tudo, eu sou um granjeiro".

Foto de Ali Farka Touré de Jonas Karlsson

segunda-feira, 1 de janeiro de 2007

Esos ciegos que te gustan a vos


Um dia estava tocando uma música de Amadou et Mariam no rádio. Aí um colega do trabalho virou pra mim e disse: "olha aí esses cegos que você gosta".


Les dimanches à Bamako c'est les jours de mariage

C'est les jours de mariage

Les djembés et les n'doulous résonnent partout

Les baras et les n'tamas résonnent partout

La kora et le n'goni sont aussi au rendez-vous...


Beau dimanche (fragmento)