
É curioso. Tarsila do Amaral teve a sua obra exposta em Paris pela primeira vez em 1926, mas só agora ganhou uma mostra individual em Madri. A Fundación Juan March expõe até o 3 de maio uma retrospectiva da artista paulista que vai desde os anos vinte até 1931, quando Tarsila foi para a União Soviética.
São cinqüenta obras da época em que ela com o Grupo dos Cinco (que completavam Anita Malfatti, Menotti del Picchia, Mário de Andrade e seu então companheiro Oswald de Andrade) fez tremer as academias.
A mostra espanhola acontece no ano em que duas obras capitais dela fazem oitenta anos: Cartão postal e Antropofagia, que por sua vez cita as também clássicas Abaporu e A negra.

"Eu invento tudo na minha pintura. E o que eu vi ou senti, eu estilizo"
Reprodução de Antropofagia, de Tarsila do Amaral
Foto de Tarsila do Amaral, sem crédito do autor, do livro Grandes Artistas Brasileiros (Art Editora)
São cinqüenta obras da época em que ela com o Grupo dos Cinco (que completavam Anita Malfatti, Menotti del Picchia, Mário de Andrade e seu então companheiro Oswald de Andrade) fez tremer as academias.
A mostra espanhola acontece no ano em que duas obras capitais dela fazem oitenta anos: Cartão postal e Antropofagia, que por sua vez cita as também clássicas Abaporu e A negra.

"Eu invento tudo na minha pintura. E o que eu vi ou senti, eu estilizo"
Reprodução de Antropofagia, de Tarsila do Amaral
Foto de Tarsila do Amaral, sem crédito do autor, do livro Grandes Artistas Brasileiros (Art Editora)











