Juliette Binoche e Denis Lavant no filme de 1986 Mauvais Sang, de Leos Carax. Na foto de baixo, o diretor em ocasião da apresentação do filme no Festival de Cannes
Estou apaixonado por Juliette Binoche desde que vi Mauvais sang, em 1987. Ela tem a capacidade de abrir o sorriso mais luminoso sem exibir um dente e, quinze segundos depois, cobrir seu rosto de melancolia.
E ela nunca perde a elegância. Até pra morrer ela é elegante. É, estou apaixonado por Juliette Binoche. Só que ela ainda não sabe.