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sábado, 9 de maio de 2009

Mãe querida que Deus dá


Baby do Brasil


Vanessa Redgrave


Cássia Eller


Debbie Reynolds


Celia de la Serna


Maureen O'Sullivan


Zuzu Angel

Mãe que eu nasci
Daí me o direito de viver
Mãe que eu nasci
Daí-me o direito de crescer

Com emoção
Olhar as coisas do mundo
Faz da minha infância
Um jardim felicidade

Ajuda a crescer
Pensando amor e não maldade
Daí-me carinho, daí-me ternura
Mãe querida que Deus dá

Daí-me o saber das ilusões,
Das fantasias
Tu que és a flor da evolução
Tu que és a flor da alegria

Mãe que eu nasci (Direito de nascê), de Manoel de Jesus Lopes, versão de Carlinhos Brown

Foto de Baby do Brasil (na época Baby Consuelo), de Antonio Guerreiro
Foto de Vanessa Redgrave com Natasha, Joely e Carlo Gabriel Richardson, de John Clark
Foto de Cássia Eller com Chicão, sem crédito do autor
Foto de Debbie Reynolds e Carrie Fisher, de Gunther MPTV
Foto de Celia de la Serna e Che Guevara, sem crédito do autor
Foto de Maureen O'Sullivan com Mia Farrow da Everett Collection
Foto de Zuzu Angel de Antonio Guerreiro

O Dia das mães comemora-se em outubro por aqui. Mas eu aproveito para saudar às mães brasileiras, e também já vou pagando minhas contas com Édipo

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Música brasileira para festas




1.Chocalho Mix (Clara Nunes – DJ Zé Pedro)
Loops de percussão e beats em cima de Clara Nunes cantando Morena de Angola, do Chico Buarque. Não dá pra ficar quieto. Do Música para dançar de DJ Zé Pedro

2. Water my girl (Carlinhos Brown)
Um coro irresistível com fraseio em português misturado com inglês, do notável disco de Brown, sub-valorizado pela crítica, Omelete Man. Faixa produzida por Brown e o saudoso Tom Capone, com arranjos de cordas de Greg Cohen

3. Mamãe Oxum (Zeca Baleiro)
Pra dançar amarradinho ao som das programações e os atabaques do Ramiro Musotto. Adaptada do folclore nordestino por Zeca. Provada e certificada. Coloquei numa festa de aniversário e minha querida amiga Leila veio me dizer: “você conseguiu tirar pra dançar meus pais depois de muitos anos”

4. Maracatu Atômico (Chico Science e Nação Zumbi)
Nem preciso apresentar, certo? Versão para a música de Jorge Mautner e Nelson Jacobina, popularizada por Gil e resignificada por Chico Science e Nação Zumbi. Gravada no Estúdio Mosh, em Sampa, onde tanta coisa boa se registrou

5. Antropófagos (Suba)
A música que juntou Suba e Siba, que não é dupla cómica mas um encontro do barulhinho bom, com a base eletrônica, a rabeca contornando e o resto da galera do Mestre Ambrosio batendo um bolão. Do São Paulo Confessions, o legado do Suba, que perdemos muito cedo.

6. Pena de vida (Pedro Luís e A Parede)
Do excelente Astronauta Tupy, co-produzido por PLAP e -de novo- o Tom Capone. Uma parede de batucada.

7. Malandragem, dá um tempo (Bezerra da Silva)
Outra que não tem erro. De Popular P., Adelzonilton -responsável de muitos sucessos do Bezerrão- e Moacyr Bombeiro. Com o crédito pra autoria não resta muito a dizer, aliás porque eu já disse: mané é mané e malandro e malandro. “Aí meu irmão, cuidado pra não dar mole...”

8. Camarão que dorme a onda leva (medley São José de Madureira e Dor de amor) (Zeca Pagodinho)
Com canja de Beth Carvalho, parceria de Zeca com, na ordem, Beto sem Braço, Arlindo Cruz; Beto, de novo; e Arlindo e Acyr Marques. Bota pra dançar até os mortos

9. Falsas Juras (Velha Guarda da Portela)
Parceria de Casquinha e Candeia de 1954, com o próprio Casquinha com sua voz grave segurando o samba, Paulão 7 Cordas, que sempre é um luxo, e o coro das pastoras pra todo mundo cantar

10. A carne (Elza Soares)
Para sintetizar essa festa onde o samba convive com os scratches, fechamos essa entrega com a Elza no rap de Marcelo Yuka, Seu Jorge e Wilson Cappellette. Ainda tem Suzano na percussão. Sociedade artística de Alê Siqueira com Zé Miguel Wiznik que deu nesse ótimo Do coccix até o pescoço

Então, vocês não pensaram que no quesito “música para festas” eu ia colocar Levantou poeira, certo? Com todo o respeito para a maioria das músicas classificadas como músicas para festa, fiz uma seleção de canções que é difícil de ouvir nas reuniões e aniversários. Já passei todas essas músicas em festas quando eu morava no Rio e deu certíssimo. Experimentem.

Foto de Elza Soares de Jorge Bispo

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Rio pra não chorar


Rio, rio, rio
Rio pra não chorar
Pra quem não sabe eu sou rio
A cantar

Som do Flamengo
Soa ali em Botafogo
Sou da casquinha do ovo
E essas flores
Na Rocinha vou plantar
Quem olhar minha barraca
No morro de Dona Marta
Quer morar

Rio, rio, rio
Rio pra não chorar
Pra quem não sabe sou Rio
A cantar

Se tenho fome
Como logo o Pão de Açúcar
Urro no morro da Urca
Se quero abraço
Tenho o Cristo pra abraçar
Tamborim pra ti tarol
Escolados pelo sol
Rio e morro de amar

Vide Gal, de Carlinhos Brown
Foto de Martinho da Vila e Mart'nália, devidamente ataviados para sair na Vila

Fazia tempo que não dedicava uma postagem para celebrar o Rio de Janeiro. Esse retrato singelo que o baiano Carlinhos Brown fez, acabou de ganhar sua versão definitiva. A querida Mart'nália, que aos poucos está virando o rosto feminino da música com selo carioca, gravou em dueto com o pai Martinho para a trilha sonora do filme Era uma vez, que estreia essa semana.
A letra foi colocada do jeito que eles cantaram. Infelizmente, por enquanto o cd não tem previsão de lançamento

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Abraço Tribalista


A cena linda -qual cena poderia ser melhor do que a de um abraço?- foi registrada na gravação do cd e do dvd Arnaldo Antunes Ao Vivo no Estúdio.
Na ocasião o compositor e poeta expõe seus rostos mais conhecidos da carreira musical. O lado Titãs, na versão de Não vou me adaptar, com Nando Reis, e Eu não sou da sua rua, com Branco Mello, que Arnaldo só gravou agora mas que compôs na década de oitenta. O lado solo, com muitas músicas do Qualquer e releituras -trata-se do Arnaldo, botem releitura nisso- de Socorro, Judiaria e O silêncio, entre outras. Aparece por aí o colega Edgard Scandurra para sintetizar essa fase do artista. E o final é Tribalista, com Carlinhos Brown e Marisa Monte -e Dadi que é o quarto Tribalista- entoando Um a um e Velha infância, e que deixa esse abraço da imagem pra perpetuidade.
Ainda tem as raridades da clásica marcha Bandeira branca misturada com O buraco do espelho e Qualquer coisa, que junto com Gente são as músicas mais antúnicas do Caetano.
O dvd é um must, realizado por Tadeu Jungle em rigoroso preto e branco, cheio de contrastes nas luzes e sombras, que tem tudo a ver com o conteúdo.

Foto de Fernando Laszlo

sábado, 20 de outubro de 2007

Salvador, anos oitenta


Anos oitenta em Salvador, encontro cotidiano de feras. Os percussionistas Carlinhos Brown e Ramiro Musotto, na foto com Toinho, Tony e Valtinho.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Dia dos perdidos



Antônio santo
de Jesus querido
valei-me sempre
no maior perigo

Rogai por nós
Oh! Antônio
Lá no céu
onde reina a alegria
junto a Deus

Antônio santo
de Jesus amado
valei-me sempre
com o vosso amparo

Hino de Santo Antônio, D.P. Adaptação de Carlinhos Brown
Foto de Adenor Gondim

quinta-feira, 22 de março de 2007

Tata Monalê



Xangô três coruna
vem da Ilha de Nagô
Ninguém sabe de onde
eu venho
Ninguém sabe de onde
eu sou
Xangô três coruna
vem da Ilha de Nagô.

Três coruna, domínio público da tradição afro-brasileira, adaptação de Tata Monalê e Carlinhos Brown.