quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Adanowsky, el ídolo



Ele aprendeu seus primeiros acordes de guitarra com George Harrison. E James Brown lhe ensinou como tem que mexer as cadeiras um autêntico roqueiro. Tem amigos estranhos, como Marilyn Manson. Um dia decidiu soterrar o piano no jardim da casa.
Nasceu no Chile mas mora desde criancinha em Paris, a terra onde tem seu quartel central o pai dele, o excêntrico cineasta e escritor Alejandro Jodorowsky.
Amanhã no Niceto Club, Adanowsky se apresenta pela primeira vez em Buenos Aires, junto com a banda The Gush.
O irónico crooner decadente se faz chamar de El ídolo. Um dos seus maiores sucessos, a musica Estoy mal (Estou mal) é um insólito hino da angústia existencial que diz: "Estou mal, infinitamente mal. E por que? É um mistério fatal".

Foto de Adanowsky de Sonia Sieff

4 comentários:

Moura disse...

Caro Juan, foi bom saber deste talento, eu não o conhecia, mas já estou começando a gostar, isto porque o cara aprendeu com os mestres que mais admiro principalmente James Brown com sua capacidade fenomenal de surpreender e superar dificuldades e obstáculos diversos.
Mesmo morando em Paris desde a infância produz músicas em español, és mui bueno.
Saúde, paz e sucesso!
Abraço,
Moura

Perfume de Afrodite disse...

Juan, meu amigo, gosto de vir aqui porque sempre fico sabendo a respeito de alguma coisa ou de alguém interessante. Não sei por quê, mas gosto de pessoas diferentes e exóticas. Se ele soterrou o piano no jardim de casa, é porque era um cara exoticamente diferente. Gostei do nome e do tem da música "Estoy Mal". É axatamente assim que ando me sentindo. Esses "insólito hino da angústia existencial" é
parecido com o meu texto atual no blog. Fala de uma profunda tristeza existencial. Se puder, confira e me dê a sua impressão. Será importante pra mim. Beijos, querido! Lu

Juan Trasmonte disse...

Caro Moura,
Muito obrigado por todos os comentários e pelo seu constante apoio ao meu blog.
Valeu mesmo.
Paz!

Juan Trasmonte disse...

Lu, estou trabalhando no show da figura, que é hoje a noite. Eu te garanto que não deve ser fácil ser filho de um pai tão grande, no sentido da presênça.
Amanhã, com mais calma, vou lá ler teu texto.
Valeu, beijos